maragataba

“Bem lá no fundo”

Texto: Lucia Gonçalves Bueno

O mundo às avessas desafiando a gravidade.

Uma dádiva advinda da dualidade submete à transformação o real e o imaginário na forma dividida ou somada, refletindo a essência da vida traduzida no olhar.

O sorriso que faz secar as lágrimas não apaga o pensamento constante enraizado na alma juvenil.

A busca, a observação e a reflexão no topo do mundo são bálsamos que acalmam as tempestades e libertam a mente, de volta ao presente que esconde a alma gêmea.

A superação de cada nova etapa, unindo e reforçando laços para a eternidade.

Na ciranda das ilusões, no caos do universo, é preciso seguir garimpando memórias nem sempre perdidas mas sempre tão bem escondidas.

 

Casa da Xiclet apresenta Mostra Individual de Fernando Maragataba

Sou um humanoide ansioso por descobrir minhas origens e destinos. Sou um ser ambíguo, dual e controverso. Quero partir, mas ficar. Sou apenas um artista, um ser criador de seres.
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