Azul e Eu

“Como num conto de fadas cibernético, o gigante colorido de antena cor-de-rosa anseia por adentrar ao mundo azul. A única barreira é um finíssimo véu que baila com a brisa. Porém, do melancólico olhar gigante, de coração agarrado à liberdade, sob a vigilância de um pequeno capetinha à entrada, rola uma lágrima sanguínea… Ele está…

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Controle

Houve controle Por onde fui, foram? Por quem está, irá! Ira! Por cargas que se avolumam Por quem não sei Há controle Por menos, por mais Divide-se, multiplica-se E ela ficará só Sem controle Controlo-me Por ela Enquanto por mim Esse total descontrole E angústia!

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