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Sem Título

Os dias passam devagar quando a alma demonstra languidez. Os olhos se cravam em um ponto qualquer, cegos da visão externa e ávidos, retrocedem o tempo em segundos buscando os erros e acertos de uma vida.
Em análise vã, delineia-se no vazio da existência o brilho falso do amor frágil, que na condição de frágil esmaece, volátil à mais leve brisa de contratempo.
Não existe razão. A emoção despedaça a alma, desassossega a vida e o caos se instala.
Essa tristeza em manto diáfano, ilumina a alma no fio tênue dessa vida obrigatória e cobre com perfeição a dor do ostracismo.
Maria Lúcia

Sou um humanoide ansioso por descobrir minhas origens e destinos. Sou um ser ambíguo, dual e controverso. Quero partir, mas ficar. Sou apenas um artista, um ser criador de seres.
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